"Combate o bom combate da fé. Toma posse da vida eterna, para a qual também foste chamado e de que fizeste a boa confissão perante muitas testemunhas." I Timóteo 6:12.
Os animais marinhos não fazem cursos de defesa pessoal, mas sabem como se virar na hora do perigo: As lulas jogam tinta na cara do agressor e se escondem. Elas também usam "propulsão a jato" para escapar.
Como não possuem concha, as lesmas-do-mar queimam como urtiga, quando alguém toca em suas franjas.
Uma bomba: o pepino-do-mar "explode" e joga os intestinos sobre a vítima. Em contato com a água eles incham e viram uma rede pegajosa.
Além de jogar tinta, o polvo de anéis azuis tem uma mordida tão violenta que pode matar um ser humano.
A fé é a nossa defesa. Tem gente que diz que se você acreditar com força suficiente que uma determinada coisa pode acontecer, então ela acontecerá como você a imaginou. Dizem ainda que o sucesso depende de sua capacidade de acreditar em você mesmo. É claro que é importante conhecer a si mesmo e as suas possibilidades. Mas não a ponto de ser auto-suficiente.
O bom combate da fé tem como base a confiança em Deus. Quem tem fé é fiel a Deus em todas as situações. Nos grandes e pequenos desafios, combata o bom combate da certeza de que Deus está ao seu lado, ajudando-o a vencer.
Às vezes pode até acontecer algo que contrarie sua expectativa. Isso porém não significa que você não teve fé suficiente. José foi jogado por seus irmãos num poço e vendido como escravo. João Batista teve o pescoço cortado e a cabeça servida num prato. Será que essas coisas aconteceram porque José e João Batista não tinham fé suficiente? É claro que não.
Jesus disse que se tivermos fé como um grão de mostarda, podemos transferir um monte de um lugar para o outro. O grão de mostarda é tão pequeno que pode caber vários na cabeça de um alfinete. Então é mais lógico pensar que Jesus estava falando de qualidade de fé e não de quantidade. A verdadeira fé é a confiança que é mais forte do que o ódio, a pobreza, as doenças ou a morte. Nada disso desanima aquele que confia em Deus.
Texto do jornalista Francisco Lemos, amigo da natureza e pesquisador incansável de suas lições. Extraído do livro de Meditações Natureza Viva.
Mostrando postagens com marcador Devocional. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Devocional. Mostrar todas as postagens
27/10/2011
08/09/2011
Feliz é quem se conhece bem!
Bem aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus, Mt 5.3
Introdução
As bem-aventuranças são popularmente conhecidas como o “decálogo do novo testamento”. São expressões de alegria do Mestre, confrontando os valores existentes na sociedade estabelecida pelo homem, com os princípios que devem imperar na vida dos cidadãos do reino de Deus. Cada bem-aventurança oferece a nós um conselho prático de vida que será vital no desenvolvimento do nosso caráter cristão.
Pobre de espírito?
O que será que significa a expressão “pobre de espírito” usada por Jesus? Muitas pessoas confundem este termo com a humildade, mas, o Mestre tinha uma visão muito particular sobre este tema. A expressão “espírito” significa “homem interior” nas diversas vezes que é usada no NT (cf. Tg 4.8; 1 Pe 3.4; Gl 6.1). Quando Jesus expressa a pobreza de espírito, significa uma condição em que o homem procura viver e ser exatamente o que é, nem mais, nem menos. Esta bem-aventurança é, portanto, um convite à transparência espiritual e pessoal.
O perigo da soberba e da falsa humildadeO homem pode incorrer em dois erros com seu espírito. O primeiro e o mais perigoso é a altivez, isto é, a pessoa entregar-se a uma condição de se sentir superior as outras (1 Tm 6.17). O ser humano, de fato, pode superar uma ou outra pessoa em alguma área da vida, porém, não em todas. Deste modo, com essa consciência não nos aprisionaremos no pecado da altivez.
Há também outra doença espiritual muito cultuada, principalmente nos meios cristãos. É a falsa humildade. A pessoa sabe que tem recebido de Deus um ministério específico ou uma missão em Cristo e, quando questionada sobre ela, ao invés de reconhecer a dádiva divina com temor e render glórias a Jesus, assume uma postura de “ah, quem, eu, que é isso, eu não” e coisas do tipo. Esse sentimento, além de não glorificar ao Senhor, não é espiritual, pois pode conduzir a pessoa a incorrer na hipocrisia. Evite isso!
Seja você mesmo
Em tudo na vida, seja você mesmo! Aprenda a observar seus valores e o seu potencial. Já os descobriu? Agora, renda a Cristo toda a glória possível por ter Ele lhe presenteado com essas dádivas. Ao mesmo tempo, identifique as áreas de sua vida que ainda são falhas e deficitárias. Renda louvor ao Senhor por elas também, reconhecendo que, pela graça, o Pai Celestial te aceita incondicionalmente.
Isso é ser pobre de espírito! É reconhecer quem somos de fato! É não precisar vender uma imagem para os outros, mas deixar que eles próprios descubram quem nós somos em Deus e quem é o Senhor em nós. É entender que as pessoas precisam de nosso apoio para várias coisas, mas nós, igualmente, precisamos delas para tantas outras. Pessoas assim sabem que precisam da misericórdia de Deus e, por isso, a cada uma delas o Senhor tem prometido o Seu reino, para todo sempre!
Enquanto você não decidir ser você mesmo, Deus jamais poderá o tornar a pessoa que Ele quer que você seja! Quem é você mesmo?
01/09/2011
O agir de Deus - por Davi Almeida
Nunca deixe a dúvida invadir o seu ser, a sua mente o seu coração... Confie, ore, consagre!
Published with Blogger-droid v1.7.4
21/08/2011
[Reflexão] De cão morto em Lo Debar a filho do rei em Jerusalém.
Em I Samuel 18:1-4, vemos o estabelecimento de um pacto de amor entre Jonatas, filho do rei Saul e príncipe herdeiro do trono, e Davi, ungido por Deus para ser o próximo rei de Israel. No capítulo 31:2 vemos a morte de Jonatas e, em II Samuel 1:26 vemos Davi chorando a morte de Jonatas.
Em II Samuel 4:4 somos apresentados a Mefibosete, filho de Jonatas que, aos cinco anos de idade, tornou-se aleijado devido a uma queda quando sua ama saiu às pressas, após receber a notícia da morte de Saul e Jonatas.
Esse menino, neto do rei e filho do príncipe herdeiro, estaria destinado à sucessão do trono de Israel, caso seu pai não tivesse morrido. Agora, aleijado, já não teria mais o direito de pleitear ao trono. Não teve uma infância normal. Não correu com as outras crianças. Foi levado a Lo Debar, e lá ficou e foi levando sua vida. Já não possuía mais a riqueza de Saul e Jonatas. No esquecimento, na obscuridade, vivia em Lo Debar.
Porém, muitos anos depois, Davi lembrou-se daquela aliança com Jonatas e procurou saber se havia algum descendente vivo, para que pudesse usar de bondade para com ele (II Samuel 9:1-13). Falaram-lhe sobre Mefibosete. Imediatamente, pediu que o trouxessem à sua presença. Mefibosete apresenta-se como “um cão morto”. Aqui vemos a auto-estima de um homem que não tinha mais perspectiva alguma na vida. Um cão morto. Nem se considerava mais gente. Simplesmente um cão morto.
Naquele momento, por amor a Jonatas, Davi lhe restitui tudo que pertencia à sua família, ao seu pai e ao seu avô. Davi também determina que, daquele dia em diante, ele comeria todos os dias à sua mesa e seria tratado como um de seus próprios filhos.
De cão morto em Lo Debar a filho do rei em Jerusalém.
Assim Deus faz conosco. Por amor a Jesus, que morreu por nossos pecados, Deus nos chama de Lo Debar, aquele mundinho que criamos para nos escondermos das circunstâncias adversas da vida e acabamos nos acostumando à miséria, auto-comiseração, mediocridade, inércia, medo, frustração, falta de perspectiva.
Deus nos chama de Lo Debar para o Seu palácio onde, por amor de seu filho, ele nos oferece sua mesa, para que dela comamos todos os dias, em sua presença. Na mesa do rei está todo o suprimento que necessitamos. E está lá, à nossa disposição. Somos tratados como filhos e já não temos mais nada a ver com Lo Debar. A única coisa que temos que fazer é comer da mesa do rei. Nos alimentarmos da Sua Palavra, em sua presença, todos os dias de nossas vidas.
Nesse momento, tudo o que vivemos em Lo Debar já não conta.
Entretanto, muitas vezes nós saímos de Jerusalém e retornamos a Lo Debar. Quando não damos ouvidos à Palavra de Deus, quando não entramos em sua presença em oração e permitimos que os velhos medos, frustrações, desesperos, falta de perspectiva ocupem novamente nossas mentes.
A boa notícia do evangelho é clara: LO DEBAR NÃO É MAIS O SEU LUGAR! Você foi chamado pelo rei para comer da sua mesa. Deixe Lo Debar para trás e nunca mais retorne para lá, você não precisa mais disso. Jesus já pagou o preço, sofreu em nosso lugar, para que agora tenhamos acesso ao trono do Pai.
Música
15/08/2011
Princípios Eternos - Aprenda a Programar Seus Dias (Gn1) | Pastor Sérgio Fernandes
Aprendi uma lição importante em minha leitura de Gênesis 1. Por que será que um Deus tão poderoso dividiria a criação em um período de sete dias? Há diversos princípios de vida aqui.
O primeiro eu identifico na divisão de sete dias, o que configura uma semana completa. Deus estabeleceu limites em sua ação criativa; nós precisamos estabelecer limites na quantidade de atividades que desenvolvemos. Aprenda a programar seus dias. Diminua a quantidade de tarefas para poder executá-las com maior qualidade.
Há também um segundo princípio: procure não prolongar tarefas por vários dias. Tudo que o Criador começou Ele terminou no mesmo dia. Isso gera dinamismo! Por fim, observe o poder deste Deus que criou todas as coisas. Este mesmo poder Ele empenha na gestão do universo e de tudo o que existe.
08/08/2011
A "doce" tarefa de esperar | Pastor Sérgio Fernandes
*Pastor Sérgio Fernandes
Êxodo 27:14 - De maneira que haja quinze côvados de cortinas de um lado; suas
colunas três, e as suas bases três.
Vamos meditar nos diversos pontos deste último verso do salmo 27. Hoje, selecionei o primeiro convite que temos diante de nós: “Esperar”. O salmista afirma: “Espera no Senhor”. Parei um pouquinho para refletir qual o propósito divino em nos fazer aguardar pacientemente suas promessas.
Primeiramente, a espera nos ensina a dádiva da dependência. Você pode rapidamente se inclinar para um estilo de espiritualidade arrogante se alcançar com facilidade tudo o que quiser. O Senhor então te prova com o tempo. A espera te mantém na dependência, reconhecendo com humildade que você precisa da graça divina.
A espera te tornará uma pessoa paciente. A impaciência destrói relacionamentos (quantos namoros você desfez por cobranças impacientes?). Para nos purificar dessa atitude mesquinha, Deus parece demorar em agir em algumas coisas que sabemos que Ele poderia realizar em instantes. Nesse intervalo, vamos sendo modelados e a paciência vai sendo formada em nosso caráter.
O Pai te diz: “Espera! Seja dependente! Seja paciente! Confia em mim! Sou tudo o que você precisa, e o mais a meu tempo acrescentarei!""
Esperar é o segredo!
Deus te abençoe!
* Nascido no dia 17 de novembro de 1980, serve ao Senhor nas Assembléias de Deus, pastoreando uma congregação na cidade de Campinas. É casado com Élida de Mattos Oliveira Fernandes. Formado em Análise de Sistemas pela UNIP/Campinas e em Tecnologia em Recursos Humanos pelo CEUCLAR. Siga seu ministério: www.pastorsergiofernandes.com.br
03/08/2011
Sermão da Montanha - Observe a multidão | Pastor Sérgio Fernandes
Mateus 5:1 - ¶ E Jesus, vendo a multidão, subiu a um monte, e, assentando-se, aproximaram-se dele os seus discípulos; Um ponto do texto que me despertou foi a menção de que o Senhor Jesus observou a multidão. A presença de Jesus indicava que o reino estava ali, entre os homens. E o Deus conosco olha para fora do reino, para aqueles que precisam experimentar a dadiva de salvação.
A Igreja só cumpre seu papel como Corpo de Cristo quando adota esta postura de olhar para fora. As comunidades cristãs são compostas por pessoas que estão sendo curadas para curar.
Quando perdemos nossa visão de transformar, perdemos o Cristo de vista e abandonamos nossa vocação.
Assinar:
Postagens (Atom)
